
1 – OS PODERES DA MULHER-INVISÍVEL Uma coisa que todo mundo tem elogiado no filme, desde que os primeiros trailers saíram, foram os poderes da Mulher-Invisível. Eles ficaram visualmente muito bonitos, diferentes do que já havia sido feito antes e bastantes fiéis às HQs.

Mas o interessante é entender como chegaram nesse resultado. O diretor Matt Shakman disse que aproveitaram a vibe retrofuturista dos anos 60 presente no filme e levaram isso para os poderes da Sue, de uma forma quase literal.

O diretor contou que o guia artístico deles foi uma mistura entre Stanley Kubrick, um dos mais célebres cineastas da década de 60, e Jack Kirby, uma das maiores lendas dos quadrinhos, criador do próprio Quarteto Fantástico e da maioria dos heróis da Marvel.

Nesse sentido, o filme tentou usar ao máximo tecnologias e técnicas que já existiam nos anos 60. Os poderes da Mulher-Invisível, por exemplo, foram criados usando efeitos ópticos, algo que já podia ser feito naquela época. Incrível, né? Barato, prático, bonito e conceitual.

2 – O COISA O Coisa, ao contrário do filme do Quarteto Fantástico de 2005, não contou com um ator vestindo uma fantasia. O ator Ebon Moss-Bachrach usou uma roupa especial para captar todos os seus movimentos e até mesmo expressões faciais. A mesma tecnologia usada no Hulk.

No entanto, o filme também contou com uma fantasia para facilitar algumas cenas. O ator e lutador Richard Summers-Calvert vestiu uma fantasia de Coisa e colaborou nas filmagens. É por isso que o Coisa ficou tão incrível nesse filme. Cuidaram de todos os detalhes.

3 – ATÉ MESMO AS PEDRINHAS Para compor o visual do Coisa da forma mais fiel possível, o diretor Matt Shakman disse que eles foram literalmente até um deserto para analisar e estudar as pedras, até achar uma que representasse com exatidão o design que eles queriam para o Coisa.

4 – GALACTUS DE VERDADE! A voz imponente do Galactus no filme do Quarteto Fantástico veio do ator Ralph Ineson. Mas engana-se quem pensa que ele apenas emprestou o rosto e a voz para o Devorador de Mundos. Ele literalmente vestiu a camisa do personagem.

Ao contrário do que muita gente pode achar, o Galactus não é um bonecão de CGI. O ator esteve no set fantasiado e interpretando o vilão. E isso nos leva diretamente para o próximo tópico.

5 – RECONSTRUINDO NOVA IORQUE A cena em que o Ralph Ineson mais interpretou o Galactus em cena foi quando ele chegou na Terra e desfilou sobre Nova Iorque. E lembra aquele papo de usar técnicas e efeitos dos anos 60? Isso novamente entrou em ação.

Pois para emular a cidade, a grandiosidade de Galactus e fazer ele caminhar pela cidade, Nova Iorque foi reconstruída em uma maquete. Muito parecido com a forma como se faziam os filmes do Godzilla antigamente ou as lutas de Megazord dos Power Rangers.

6 – HERBIE DE VERDADE O Herbie, robô de estimação do Quarteto Fantástico, foi construído de verdade para o filme e não é CGI. Inclusive, em um vídeo mostrando vários quadrinistas visitando o set de gravação do filme, podemos vê-los interagindo com o Herbie.

7 – FAN-TAS-TIC-CAAAAAAAAAR! Sim, o carro do Quarteto Fantástico também foi criado especialmente para o filme. Ele existe de verdade. E o mais impressionante de tudo é que ele foi levado para a SDCC de 2024 e fizeram o carro voar no palco. A Marvel tá em outro nível kkkkk

O lançamento do foguete do Quarteto Fantástico? Ele meio que aconteceu de verdade. Mas com um foguete em “miniatura” criado no set. E coloco em miniatura entre aspas pois ele tinha cerca de 4 metros de comprimento.

8 – A CIDADE É DE VERDADE! A Marvel não apenas recriou a cidade em tamanho miniatura para que o Raph desfilasse como Galactus. Para uma melhor imersão no filme, nos sets de gravação foram criadas as principais partes da cidade que aparecem no filme. Nem tudo é CGI.




Lembra quando a Surfista Prateada aparece pela primeira vez na Terra e transmitem ela em um telão, no centro da cidade? Esse telão existe. Essa parte da cidade foi construída nos sets. Tudo isso ajuda demais na imersão do filme. Tanto do público quanto dos próprios atores.

Os interiores do Edifício Baxter e da Fundação Futuro também foram criados do zero. O Designer de Produção do filme, Kasra Farahani, revelou que o trabalho do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer foi uma das referências usadas para criar o mundo retrofuturista do filme.

Eu acho que isso já é o suficiente pra mostrar o quão fantástico é esse filme, né? Somos suspeitos pra falar, pois amamos Quarteto Fantástico, mas é incrível ver como esse filme foi feito com tanto cuidado e carinho. Isso se reflete no produto final.

Texto: @SiteJamesons no Twitter X
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